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#006 - Mudança de Nível


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Mais uma semana começando e estou muito entusiasmado com as perspectivas e com o que tenho apreciado.

Semana passada mencionei apresentar para vocês o grupo de pessoas que está a frente do INSTIAD comigo na nossa causa de transformar o mundo a partir da transformação dos indivíduos.

Mas vou ter que fazer suspense.

Estamos concluindo o plano estratégico de 2015-2020 e ainda falta fechar uma posição.

Assim, uma vez que essa posição feche essa semana, eu apresento o time e as premissas de nossa jornada para os próximos 5 anos.

Mas tenho duas coisas importantes para compartilhar com você.

Semana passada começamos a turma 21 do Master em Coaching, com mentoring e counseling, nossa formação em desenvolvimento humanos e organizacional e, como de costume, tivemos momentos brilhantes.

Quero compartilhar dois desses momentos com você.

Em um deles, vimos a presença simultânea de duas características humanas que andam juntas, o egoísmo e o altruísmo.

Um dado momento dentre os mais marcantes (e houve vários) foi na 6a feira quando, numa demonstração que eu fazia como Coach, o participante estava desconfortável na posição, pois eu o estava levando a um novo limite. Eu estava trabalhando para libertá-lo de uma posição letárgica para uma posição de empoderamento e ação.

Ver isso acontecendo é incrível. O exato momento em que alguém sai de um nível e entra em outro, criando novos argumentos neurológicos a partir dos estímulos externos. Obviamente, sair de um nível e entrar em outro isso gera desconforto. Para o Coachee com certeza, mas interessante é que gerou um enorme desconforot para a audiência, que estava assistindo.

Essa audiência ficava se contorcendo na cadeira experimentando a agonia de ver alguém passando por uma experiência de crescimento, de superação. Me dei conta que ao ver o outro crescendo algumas pessoas podem se perceber incomodadas, não pelo fato do outro estar crescendo, mas por ver a o efeito dolorido do processo e sentir uma certa complacência.

Esse incomodo da audiência mostrava que eles queriam ajudar o coachee de alguma forma, mas eles não podiam fazer nada a não ser assistir.

E, assistindo a saga do Coachee, eles ficavam agoniados querendo que ele saísse logo da zona de aprendizado e queriam ajudar. Mas uma das conclusões que tiramos é que, no fundo, elas queriam acabar com a sua própria agonia e um caminho seria tirando o Coachee da zona de aprendizado, concluir logo a aetapa que o coachee estava vivendo, pois assim, elas sairiam de suas agonias.

Essa experiência deu origem a um debate riquíssimo e a conclusão, aparentemente óbvia, foi surpreendente pois fez as pessoas se darem conta que, por vezes, o egoísmo vem disfarçado de altruísmo, que em nome de bem fazer ao outro o que se quer mesmo é ter beneficio próprio, acabar com a própria agonia usando o artifício de querer ajudar o outro.

A real ajuda vem de um coração em paz, sereno, revestido de amor incondicional.

Quando há condição e medo, pouco provavelmente será amor.

Veja Se você se lembra de conhecer pessoas ou situações assim, de em nome do bem que desejam ao outro, querem mesmo é se livrar da agonia que a cerca.

Não há nada de errado nisso, mas há um espaço para desenvolver a habilidade de amar incondicionalmente. Querendo o bem do outro sem interesse em se beneficiar. É claro que é uma tarefa difícil, mas que pode ser atingida com treino e amor verdadeiro.

Um outro debate com forte aprendizado que tivemos na mesma se deu quando discutimos acerca de empresas que "exploram" mão de obra jovem, recém saída das escolas de 1a linha para fazer parte de um jogo, para alguns, perverso, capitalista.

É preciso muito cuidado ao escrever essas palavras para não ser mal interpretado.

Mas o debate foi mais ou menos assim:

Falávamos de cultura organizacional. Num dado momento surgiu uma visão de cultura organizacional confortável. Isso enseja entender sob o ponto de vista do Coachee o que significa "confortável". Então o debate se fez e foi demais.

Na discussão, vieram as críticas sobre os modelos de negócios de empresas conhecidas por atrair pessoas com a visão de meritocracia e estimulá-las dor forma contundente a gerar resultados.

Estou colocando isso de forma elegante e uma outra forma seria explorar o pessoal até a última gota em troca de dinheiro.

E a outra visão seria a de criar uma cultura organizacional confortável, ou seja, um ambiente de aprendizado contínuo, desafiador que preservasse o humano no processo de geração de riqueza.

Esses dois modelos de gestão trazem em si moldes de dois elementos das psique humana, o dilema entre o ego e a consciência.

Ao mesmo tempo em que o ego quer satisfazer coisas externas e de curto prazo, a consciência quer construir um caminho interno, robusto, de longo prazo. O egoísmo e o altruísmo, mencionado no primeiro caso, também presente no segundo.

O Modelo do Pensador enseja essa lógica de construir o fruto a partir da raiz e não como um fim em si mesmo.

Essa semana concluímos a turma 20 e semana que vem a turma 21.

Quero mais uma vez te agradecer por estar presente e me permitir compartilhar algumas ideias com você. A cada dia aumenta o interesse por esses temas que temos conversado e mais e mais pessoas estão solicitando receber as News. Se você acha que um amigo possa se beneficiar, fale pra ele me enviar seu email ou peça pra ele acessar www.instiad.com.br e cadastrar seu email por lá.

Para falar comigo, você sabe, basta escrever para lcbinato@instiad.com.br

Que você seja vitorioso essa semana.

Obrigado pelo sua presença.

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Força sempre, boa jornada e vamos com tudo.

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